Monday, April 24, 2006

O CT Paraíba - D 28, entrando no canal do porto de Santos em 22 de janeiro de 1972

Marinheiro Eu Sou viajando no Contratorpedeiro PARAÍBA
CT PARAÍBA, O CT QUE NÃO É UM CT QUALQUER !

Em http://www.naviosdeguerrabrasileiros.hpg.ig.com.br/P/P027/P027.htm

D a t a s

Batimento de Quilha: 10 de dezembro de 1941 Lançamento: 16 de abril de 1942 Incorporação (USN): 9 de fevereiro de 1943 Baixa (USN): 18 de abril de 1946 Incorporação (MB): 15 de dezembro de 1959 Baixa (MB): 1978

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 2.050 ton (padrão), 3.050 ton (carregado).Dimensões: 114.8 m de comprimento, 12 m de boca e 5.5 m de calado.Propulsão: 4 caldeiras Babcock & Wilcox de 39.8 kg/cm2 a 454º C; 2 turbinas a vapor G.E., gerando 60.000 shp, acoplados a dois eixos e dois hélices.
Eletricidade: 2 turbo-geradores G.E. de 350 Kw, 1 gerador diesel de emergência G.M. de 100 Kw.
Velocidade: máxima de 35 nós.
Raio de ação: 4.600 milhas náuticas.Armamento: 5 canhões de 5 pol. (127 mm) em cinco torres Mk-30 singelas; 10 canhões Bofors L/60 de 40 mm em dois reparos quádruplos Mk 2 e um duplo Mk 1; 1 lançador quíntuplo Mk 15 de torpedos de 21 polegadas; 2 lançadores de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 1 calha de cargas de profundidade Mk 3 e 2 lançadores triplos Mk 32 de torpedos A/S de 324mm.
Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SPS-6C; 1 radar de vigilância de superfície SPS-10; 1 radar de direção de tiro Mk-25 mod.3, acoplado ao sistema de direção de tiro Mk-37 e 1 sonar de casco SQS-29.
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 310 homens, sendo 17 oficiais, 10 suboficiais, 56 sargentos 57 cabos e 170 marinheiros.
Obs: Características da época da incorporação na MB.

H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro Paraíba - D 28, ex-
USS Bennett - DD 473, foi o quarto navio a ostentar esse nome(2) na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado da Paraíba. O Paraíba foi construído pelo estaleiro Boston Navy Yard, em Boston, Massachussetts. Foi transferido por empréstimo inicial de cinco em Bremerton, Washington, e incorporado em 15 de dezembro de 1959. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Nelson Fernandes.

1961

Em 31 de janeiro, chegou a Recife proveniente do Rio de Janeiro, com ordens de prestar apoio caso fosse necessário, ao Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN), no caso do navio de passageiros português Santa Maria que foi seqüestrado no Caribe por oposicionistas portugueses e demandava o litoral nordestino.

1971

Integrou o Grupo-Tarefa brasileiro comandado pelo CA Carlos Auto de Andrade, que participou da Operação UNITAS XII. Além do Paraíba integravam o GT o NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), os CT Pará - D 27, CT Paraná - D 29, CT Santa Catarina - D 32, CT Amazonas - D 12 e CT Araguaia - D 14 e os S Rio Grande do Sul - S 11 e S Bahia - S 12. Também participaram desse exercício pela Armada Argentina os CT ARA Almirante Brown - D 20, CT ARA Spora - D 21 e ARA Rosales - D 22, NT ARA Punta Medanos - B 18 e o RAM Diaguita, pela Armada Uruguaia os Contratorpedeiros de Escolta ROU Uruguai - DE 1 e ROU Artigas - DE 2, e pela Marinha dos EUA os Contratorpedeiros USS MacDonough - DDG 39, USS Bordelon - DD 881, F USS Edward McDonnell - FF 1043 e o Submarino
USS Trumpetfish - SS 425.



Marinheiro Eu Sou continuando a viagem

Em http://www.reservaer.com.br/ LIÇÕES DE VIDA


A LENDA DAS TRÊS ÁRVORES

Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira, olhando as estrelas, disse: "Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros".
A segunda, olhando o riacho, suspirou: "Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas".
A terceira olhou para o vale e disse: "Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus".

Muitos anos se passaram e certo dia três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas em ser transformadas naquilo que sonhavam. Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou entender de sonhos... Que pena!


A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.
A segunda virou um simples barco de pesca,carregando pessoas e peixes todos os dias.
A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.



Então, desiludidas e tristes, as três perguntaram: Por que isso?

Entretanto, uma bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara. E quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse: "Paz!"
E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra!

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela.
Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas, no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria.
E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho ao olharem para ela.

As árvores haviam tido sonhos e desejos. Mas sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado.

Portanto, não esqueça: não importa o tamanho do seu sonho! Acreditando nele, sua vida ficará mais bonita e muito melhor de ser vivida!


Colaboração : José de Mattos Souza

Sunday, April 23, 2006


Marinheiro Eu Sou em viagem.

Em http://www.naviosdeguerrabrasileiros.hpg.ig.com.br/J/J053/J053.htm

NAVIO VARREDOR JURUENA ( M14 )

D a t a s

Batimento de Quilha: 7 de junho de 1943 Lançamento: 9 de novembro de 1943 Incorporação (USN): 6 de dezembro de 1943
Baixa (USN): 1º de março de 1963
Incorporação (MB): 19 de abril de 1963
Baixa (MB): 8 de agosto de 1974

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 320 ton (carregado).Dimensões: 41.45 m de comprimento, 7.49 m de boca e 1.85 m de calado.Propulsão: 2 motores diesel de 1.000 shp, acoplados a dois eixos.
Eletricidade: 2 geradores diesel G.E. 120cc, de 60kw e 30kw, para fornecimento de energia elétrica; um gerador de emergencia diesel G.E. 250cc, 540kw para operações de varredura.
Velocidade: máxima de 12 nós.
Raio de ação: 2.500 milhas à 8 nós.Armamento: 4 metralhadoras em dois reparos duplos Oerlikon Mk 12 de 20 mm.Sensores: 1 radar de vigilância de superfície SPS-10 e um sonar AN/QUS-1B de alta definição para operações de caça-minas.
Tripulação: 33 homens, sendo 4 oficiais e 29 praças.

H i s t ó r i c o

O Navio Varredor Juruena - M 14, ex-USS Grackle - MSC (O) 13, foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem um rio homônimo no Mato Grosso que é tributário do Tapajós. Foi construído nos EUA, sendo lançado ao mar em 9 de novembro de 1943 e incorporado a U.S. Navy em 6 de dezembro de 1943. Foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado a Marinha do Brasil em 19 de abril de 1963. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-Tenente Murilo Cruz Guimarães de Souza Lima.

Os navios dessa classe foram incorporados na U.S.Navy com a classificação de YMS, que foi alterada para MSC em 1955.

A oficialidade do recebimento do Juruena foi a seguinte:

- CT Murilo Cruz Guimarães de Souza Lima – Comandante
- CT Sérgio Tavares Doherty - Imediato
- CT Jorge Sgarbi - Enc. de Convés
- CT Carlos Oswaldo Pego do Amorim Azevedo - Chefe de Maquinas

1963

Chegou ao Rio de Janeiro e foi incorporado a 1ª Divisão de Navios Varredores da Força de Minagem e Varredura, criada pelo Aviso Ministerial n.º 0818 de 12 de maio de 1961.

Nesse ano a Força de Minagem e Varredura, deixou de ser subordinada ao Comando do 1º Distrito Naval e passou para a Esquadra.

1967

A Força de Minagem e Varredura passou a chamar-se Esquadrão de Minagem e Varredura.

1968

Viagens de adestramento em Grupos-Tarefa (GT), compostos pelos NV Javarí - M 11, Jutaí - M 12 e Juruá - M 13 e dos NPa Piranha - J 30 e Piraquê - J 32, visitando os portos de Santos, Ilhabela, Angra dos Reis e Vitória.

Viagem de adestramento em GT, com os navios acima, para representar a MB no Rio Grande do Sul na Semana da Pátria. Foram visitados os portos de Santos, Itajaí, Rio Grande, Porto Alegre e Paranaguá.


Na imagem acima o Navio Varredor Juruena - M 14 e seus irmãos formaram a Força de Minagem e Varredura da Marinha do Brasil até a chegada dos Varredores da classe Aratu nos anos 70. (foto: SRPM)

Em http://www.ussyms425.com/ conheçamos a História do U. S. S. YMS 425, o FUTURO NV JURUENA.

"WHERE THE FLEET GOES, WE'VE BEEN"
" ONDE A ESQUADRA FOR, NÓS ESTIVEMOS "
"ANY SHIP CAN BE A MINESWEEPER......ONCE" - Anon

" QUALQUER NAVIO PODE SER UM VARREDOR.....UMA VEZ " - ANON


Marinheiro Eu Sou viajando.


Em https://www.mar.mil.br/ Notícias.


Estação Científica de São Pedro e São Paulo presta socorro a navegador solitário.

Na manhã do dia 1º de abril, a Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) se deparou com uma situação inusitada. Um navegador italiano, Sr. Alexandre Bellini, tripulante solitário da embarcação “Rosa de Atacama II”, que vinha cumprindo uma travessia a remo a partir de Gênova, desde 18 de setembro de 2005, com destino a Fortaleza, chegou ao ASPSP desprovido de gêneros e com acentuado desgaste físico.
Após ser socorrido pelo pessoal da embarcação de apoio ao Programa Arquipélago e da Estação Científica, o Sr. Bellini teve a embarcação abastecida de gêneros e prosseguiu viagem no dia 6, totalmente restabelecido e com profundo sentimento de gratidão aos que lhe prestaram auxílio.
O fato teve ampla repercussão na Itália, por meio dos patrocinadores da expedição do Rosa Atacama II, e conferiu visibilidade internacional ao programa brasileiro de habitabilidade e pesquisa científica no ASPSP.
Como suas últimas palavras ao deixar o arquipélago, o navegador agradeceu a providência divina a existência, no meio do Atlântico, de uma estação científica permanentemente povoada e em condições de prestar apoio aos remadores solitários que se aventuram em longas travessias.

Saturday, April 22, 2006


Marinheiro Eu Sou, continuando a viagem

Em
http://www.webshots.com/ e
http://community.webshots.com/topics/28/121357528_views_0.htm

Burmese Meditations
Burma (Myanmar) is a country of incomparable beauty, from its austere Buddhist temples to the golden mist that settles over the hills at sunrise.
by
delmur topic Southeast Asia

Thursday, April 20, 2006


A INTENDENCIA DA MARINHA

Em http://www.intendencia.mar.mil.br/

RETROSPECTO HISTÓRICO


A Intendência da Marinha remonta ao Brasil Colônia. Em três de março de 1770, o Rei D. JOSÉ I e o Primeiro Ministro D. SEBASTIÃO JOSÉ DE CARVALHO E MELLO, MARQUÊS DE POMBAL, assinam no palácio de N. S. DA AJUDA, o alvará de criação do Intendente da Marinha no Arsenal da Bahia, "dando procedimentos para a Administração Fazendária da Colônia, e definindo as atribuições da junta da administração da Fazenda na mesma Capitania".

À época competia ao Intendente, dentre outras tarefas:
vistoriar a carga dos navios;
fazer as arqueações e fiscalização das embarcações;
comprar os gêneros necessários aos armazéns reais;
vistoriar as obras reais;
fiscalizar as matas, os cortes e a exploração das madeiras;
controlar os hospitais militares;
administração, segurança e disciplina dos Arsenais;
supervisão da construção naval; e
socorro naval.
Em 1796, criou-se a nova Real Junta de Fazenda cujo presidente era, sempre, o Ministro e Secretario de Estado da Marinha e domínios ultramarinos.
Dando continuidade à estruturação do Serviço de Intendência na Marinha, foi criada em sete de janeiro de 1797, também, por alvará régio, a função de comissário em cada um dos navios de Guerra, quando armados. Cada Esquadra Portuguesa passou a ter uma Junta Especial de Fazenda, composta do Comandante-em-Chefe e seu Major-General, três Comandantes de navios e do Comissário-Geral. Assim, o Intendente era um administrador especifico, subordinado apenas à Real Junta de Fazenda da Marinha órgão destinado a planejar e fornecer o necessário à construção Naval. Abaixo de si, vinham as juntas especiais das Esquadras com seu comissário-geral e as naus com seus comissários.
Com o sucesso destas medidas, foi estendido, em 12 de agosto do mesmo ano, o cargo de Intendente da Marinha e seus Armazéns Reais a todos os Arsenais de Marinha das capitanias da América.
Pelo alvará de 13 de maio de 1808 foi criada a Contadoria da Marinha no Arsenal Real da Marinha - primeira organização militar de intendência -, e os cargos de Contador, Escriturário, Comissário, Escrivão, Almoxarife, Fiel, Pagador e Tesoureiro Geral das Tropas.

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A imagem acima é uma folha de acanto, símbolo dos Intendentes da Marinha.

Wednesday, April 19, 2006

Marinheiro Eu Sou viajando.

Do site http://www.naviosdeguerrabrasileiros.hpg.ig.com.br/C/C117/C117.htm


NE/NTrT Custódio de Mello - G 15/U 26/G 20
Classe Custódio de Mello

"Rei dos Mares"

D a t a s

Batimento de Quilha: 13 de dezembro de 1953 Lançamento: 10 de junho de 1954 Incorporação: 1º de dezembro de 1954
Baixa: 2002


C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 5.820 ton (padrão), 9.464 (carregado).Dimensões: 119.44 m de comprimento, 16.06 m de boca e 6.25 m de calado.Propulsão: Vapor; 2 caldeiras Foster-Wheeler/Ishikawajima a 350º C, 2 turbinas a vapor Ishikawajima gerando 4.800 shp, acoplados a 2 eixos.
Combustível: 861 toneladas.
Energia Elétrica: ?
Velocidade: máxima de 17 nós e cruzeiro de 15 nós.
Raio de Ação: 5.000 milhas à 14 nós. Armamento: 4 canhões de 3 pol. (76,2 mm/50) Mk 26 em quatro reparos singelos, 2 metralhadoras Oerlikon Mk 10 de 20 mm em dois reparos singelos.Sensores: 2 radares de navegação tipo Decca (instalados anos mais tarde).
Capacidade de Carga e Equipamentos: até 4.000 toneladas de carga, e 425 m3 de carga frigorífica, em três porões, capacidade para receber pequenos helicópteros ou carga helitransportada na popa. Ar condicionado e ventilação mecânica em todos os compartimentos habitáveis e de trabalho. Instalações completas para o transporte de tropas com sanitários, cozinha, etc., gabinetes médico, odontológicos e enfermaria.
Código Internacional de Chamada: PWJP
Tripulação: 127 homens.
Tropa Transportada: 497 homens ou 1.972 por curtos períodos.

H i s t ó r i c o

O Navio de Transporte de Tropas Custódio de Mello - G 20, é o primeiro navio da Marinha do Brasil a ostentar esse
nome em homenagem ao Almirante Custódio José de Mello, Ministro da Marinha do Governo Floriano Peixoto. Foi construído pelo estaleiro Ishikawajima Heavy Industries Co. Ltd., em Tóquio, Japão. Teve sua quilha batida em 13 de dezembro de 1953, foi lançado ao mar em 10 de junho de 1954, tendo como madrinha a Sra. Barbosa Carneiro, esposa do Embaixador do Brasil no Japão. Foi entregue em 9 de outubro de 1954 e submetido a Mostra de Armamento em 1º de dezembro de 1954. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Raimundo da Costa Figueira.

1959

Entre 1º de agosto e 12 de dezembro, ainda como Navio Transporte, realizou a sua I Viagem de Instrução de Guardas-Marinha (I VIGM).

1961

Em 13 de julho, foi recomissionado como Navio-Escola pelo Aviso n.º 1407.


Realizei, como Guarda-Marinha, a viagem de instrução em 1966.

Tuesday, April 18, 2006

Marinheiro Eu Sou, continuando a viagem.

Conheçamos um pouco desses nobres, capazes e competentes militares, servindo ao Brasil, na MARINHA, os Engenheiros da Marinha.
Dia 12 de ABRIL comemora-se o Dia Do Engenheiro da Marinha.

Em
https://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/dia_corpo_engenheiros_2006.htm

INSTITUTO DE PESQUISAS DA MARINHA
RIO DE JANEIRO, RJ. Em 12 de abril de 2006.
ORDEM DO DIA Nº 1/2006


Assunto: Aniversário do Corpo de Engenheiros da Marinha

116 anos. Passados 116 anos da assinatura do Decreto Nº 327 de 12 de abril de 1890, pelo Almirante Eduardo Wandenkolk, então Ministro da Marinha, criando o Corpo de Engenheiros da Marinha, só temos motivos para nos orgulhar. A idéia, àquela época, de dotar a Marinha com profissionais dedicados à manutenção e ao aprestamento dos seus meios, capazes de projetar navios e seus sistemas, tornou-se, ao longo do tempo, realidade. Hoje, com um efetivo de aproximadamente 500 Oficiais, aos quais se somam militares e civis com as mais diversas especialidades, nossos engenheiros têm feito significativo esforço para manter a Marinha ocupando lugar de destaque.
A capacidade de homens e mulheres, componentes do Corpo de Engenheiros da Marinha, em nossas Diretorias, Bases, Institutos, Centros e Arsenal tem sido reconhecida, inclusive internacionalmente, e, exercendo-a com dedicação ímpar e buscando vencer desafios, os sucessos se repetem.
Nosso orgulho é justificável. O desenvolvimento em diferentes áreas tem sido marcante e não falta o que destacar. Em tempos recentes, podemos citar a modernização das Fragatas Classe Niterói, a revitalização dos Navios Varredores, a conclusão do Submarino Tikuna, os trabalhos na Corveta Barroso e a colocação do Submarino Timbira em oficina para o seu período de manutenção geral, marco da engenharia, nas suas diferentes fases, dentre outros.
A Marinha, a despeito da conjuntura nem sempre ser favorável, tem procurado desenvolver a mentalidade marítima e manter-se pronta para responder a todos os desafios que se impõem ao nosso Poder Naval. Se o reconhecimento da importância da Amazônia Azul é fato consumado, os esforços para protegê-la nem sempre contam com os recursos que necessitamos. Entretanto, as dificuldades têm sido superadas e todos os esforços têm sido devotados a possuir meios que façam frente às possíveis ameaças.
Assim, o papel do apoio técnico, no qual se insere o Corpo de Engenheiros da Marinha, é fundamental e a todo momento está sendo colocado a prova, quer pelo necessário nível de prontificação dos nossos meios quer pelas exigências do nosso Plano de Reaparelhamento. A opção de servir à Marinha no Corpo de Engenheiros deve ser marcada por dupla satisfação: a de vermos nossos companheiros do setor operativo se realizarem profissionalmente ao empregarem o material por nós apoiado e/ou desenvolvido e aquela inerente à nossa formação, ao fazer retornar ao serviço ativo meios avariados ou quando da conclusão de provas definitivas de meios/sistemas por nós projetados.
Conforme enfatizado em ocasiões anteriores, temos que fazer prevalecer o ideal da nossa criação, honrar aqueles que nos antecederam, representados na figura do Contra-Almirante (EN) João Cândido Brazil, nosso patrono, acompanhar a rapidez do desenvolvimento tecnológico e colocar a formação a serviço da nossa Instituição certos de que, por mais que façamos, estaremos abaixo do que podemos e muito aquém do que a Marinha merece.
Engenheiros, orgulhem-se do Corpo ao qual pertencem e mantenham viva a esperança na caminhada iniciada há 116 anos, cujo único objetivo está acima de qualquer contexto temporal, ter a Marinha pronta e moderna. Parabéns Corpo de Engenheiros.

VIVA A MARINHA!

Monday, April 17, 2006


Marinheiro Eu Sou navegando.

Conheçamos o Navio-Varredor ANHATOMIRIM ( M16 )

De http://www.naviosdeguerrabrasileiros.hpg.ig.com.br/A/A075/A075.htm

D a t a s:

Batimento de Quilha: 1970 Lançamento: 4 de novembro de 1970 Incorporação: 30 de novembro de 1971(Na Base Naval de Aratu/Salvador, presidiu a cerimônia o Comandante do 2o Distrito Naval, Vice-Almirante Geraldo Azevedo Henning).

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 241 ton (padrão), 280 ton (carregado).Dimensões: 47.44 m de comprimento, 7.16 m de boca e 2.4 m de calado.Propulsão: 4 motores diesel Maybach gerando 4.500 bhp, acoplados a dois propulsores cicloidais verticais Escher-Wyss.
Eletricidade: um gerador de 120 Kw e um gerador de 340 Kw para uso nas operações de varredura.
Velocidade: máxima de 24 nós.
Raio de ação: 710 milhas a 20 nós.Armamento: 1 canhão Bofors L/70 de 40 mm.Sensores: 1 radar de superfície Signaal ZW-06.
Equipamentos: equipamento para realizar varredura mecânica, magnética e acústica.
Código Internacional de Chamada: PWIM (PXIM)Tripulação: 36 homens, sendo 4 oficiais e 32 praças.

H i s t ó r i c o

O Navio Varredor Anhatomirim - M 16, ordenado em abril de 1969, é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem a uma ilha homônima(1) no litoral de Santa Catarina, onde foi erguida no século XVII a Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim. Foi construído no estaleiro Abeking & Rasmussen, em Lemwerder, na ex-Alemanha Ocidental, seguindo o projeto original da classe Schültze (Klasse 340/341) que estava entrando em serviço na Marinha Alemã naquela época. Foi lançado ao mar em 4 de novembro de 1970, e incorporado em 30 de novembro de 1971.

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Na imagem acima, Navios-Varredores em faina de varredura.
Pertenço a tripulação inicial do NV ANHATOMIRIM, Encarregado do Convés, de 1971 a 1974.


Marinheiro Eu Sou navegando.

Em http://www.naviosdeguerrabrasileiros.hpg.ig.com.br/P/P014/P014.htm , o Contratorpedeiro PARÁ.

D a t a s

Batimento de Quilha: 27 de setembro de 1941Lançamento: 20 de fevereiro de 1942 Incorporação (USN): 15 de dezembro de 1942Baixa (USN): 4 de junho de 1946Incorporação (MB): 5 de junho de 1959
Baixa (MB): 1978

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 2.050 ton (padrão), 3.050 ton (carregado).Dimensões: 114.8 m de comprimento, 12 m de boca e 5.5 m de calado.Propulsão: 4 caldeiras Babcock & Wilcox de 39.8 kg/cm2 a 454º C; 2 turbinas a vapor G.E., gerando 60.000 shp, acoplados a dois eixos e dois hélices.
Eletricidade: 2 turbo-geradores G.E. de 350 Kw, 1 gerador diesel de emergência G.M. de 100 Kw.
Velocidade: máxima de 35 nós.
Raio de ação: 4.600 milhas náuticas.Armamento: 5 canhões de 5 pol. (127 mm) em cinco torres Mk-30 singelas; 6 canhões Bofors L/60 de 40 mm em três reparos duplos Mk 1; 1 lançador quíntuplo Mk 15 de torpedos de 21 polegadas; 2 lançadores de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 1 calha de cargas de profundidade Mk 3 e 2 lançadores triplos Mk 32 de torpedos A/S de 324mm.
Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SPS-6C; 1 radar de vigilância de superfície SPS-10; 1 radar de direção de tiro Mk-25 mod.3, acoplado ao sistema de direção de tiro Mk-37 e 1 sonar de casco SQS-29.
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 310 homens, sendo 17 oficiais, 10 suboficiais, 56 sargentos 57 cabos e 170 marinheiros.
Obs: Características da época da incorporação na MB.

H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro Pará - D 27, ex-
USS Guest - DD 472, foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado do Pará (2). O Pará foi construído pelo estaleiro Boston Navy Yard, em Boston, Massachussetts. Foi transferido por empréstimo inicial de cinco em Bremerton, Washington, e incorporado em 5 de junho de 1959. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Silvio de Magalhães Figueiredo.
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Servi no CT PARÁ, na função de Encarregado-Geral do Armamento (EGA) de JUL 1976 a MAR 1978.

Sunday, April 16, 2006


Marinheiro Eu Sou viajando.

De http://www.cvvnet.org/cgi-bin/es

Domingo PÁSCOA 16 04 2006
Ano Bíblico: I Reis 13 e 14

A promessa da água

"Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis" (Ezeq. 36:25-27).
1. Leia as promessas contidas nos textos acima. O que Deus está dizendo que fará para Seu povo? Embora essas palavras tenham sido escritas para pessoas de outro tempo, por que os princípios por trás dessas promessas também são aplicáveis a nós? (Veja também
Rom. 8:9; II Cor. 3:3; 5:17; 7:1; Gál. 5:16 e 25; Efés. 5:26; I Tess. 4:3).
Ezequiel fala do Espírito sob o símbolo da água. Usando esse emblema, o profeta apresenta o Espírito agindo tanto para purificar como para vivificar. Os seguidores de Cristo terão nova vida em que, pelo poder do Espírito Santo, estarão limpos das impurezas da carne e viverão em fé e obediência.
Assim, é claro por estes textos que, qualquer que seja a obra do Espírito, esta inclui o processo de santificação, mudança de hábitos, de ações e de palavras. Mais importante ainda, também inclui mudança de coração.
2. O que o Espírito Santo faz em nossa vida?
II Cor. 3:3

Thursday, April 13, 2006



Viajando, conhecendo agora a Escola Naval, A Mais Antiga Instituição de Ensino Superior do Brasil. Acima, fotos 1.da parte baixa da Ilha e 2. visão do prédio principal da EN em Dia da Regata Escola Naval.
A Missão da Escola Naval(EN) em https://www.mar.mil.br/en/escola/missao.htm é

Missão da Escola Naval

A EN tem o propósito de formar Oficiais de Marinha para os postos iniciais das carreiras dos Corpos da Armada (CA), Fuzileiros Navais (CFN) e Intendentes da Marinha (CIM). Para a consecução do seu propósito, cabem à EN as seguintes tarefas:I - ministrar curso de graduação necessário ao desempenho de funções peculiares a Oficial Subalterno; eII - supervisionar as atividades curriculares desenvolvidas no ciclo Pós-Escolar.Em situação de mobilização, conflito, estado de defesa, estado de sítio, intervenção federal e em regimes especiais, cabem à EN as tarefas concernentes à mobilização e à desmobilização que lhe forem atribuídas pelas Normas e Diretrizes referentes à Mobilização Marítima e as emanadas pelo Diretor de Ensino da Marinha.(Regulamento da Escola Naval, Capítulo II, Artigos 2º a 4º)

A EN fica localizada na Ilha de Villegaignon, ligada por pequena Ponte transitável à
Av. Almte. Silvio de Noronha, s/n - Castelo - 20021-010 - Rio de Janeiro - RJ


Fui Aspirante da EN de 1961 a 1965, declarado Guarda-Marinha em 06 de Janeiro de 1966.
Marinheiro Eu Sou, continuando a viagem.

Eis o CENTRO DE INSTRUÇÃO ALMIRANTE WANDENKOLK, CIAW, Organização Militar, onde realizei o Curso de Aperfeiçoamento de Armamento para Oficiais, de MAR a DEZ de 1968.
Do site do CIAW, https://www.mar.mil.br/ciaw/wandenkolk.HTM , abaixo um resumo das atividades hoje desenvolvidas no Centro, na Ilha das Enxadas, Rio de Janeiro/RJ.
Visitem o CIAW, clicando na URL acima.

CRIAÇÃO DO CENTRO DE INSTRUÇÃO ALMIRANTE WANDENKOLK
A história desta ilha é marcada por várias transformações. A partir de 1808, foi
utilizada como hospital para marinheiros ingleses que acompanharam a Família Real Portuguesa. Depois, passou a abrigar um depósito de carvão, transformado em depósito de construção naval, Escola de Aviação, Escola Naval, Escola de Educação Física e em 1945, o Boletim No 45 do Ministério da Marinha publicou um esboço de organização para os Centros de Instrução, que foi ratificada pelo Decreto-Lei No 8389, de 17 de dezembro, publicado no Diário Oficial de 22/12/1945, aprovando o funcionamento de dois Centros de Instrução: " Almirante Wandenkolk", na Ilha das Enxadas, no Rio de Janeiro e "Almirante Tamandaré", em Natal, Rio Grande do Norte. Estas transformações levaram ao todo cento e trinta e sete anos de história.

LOCALIZAÇÃO

Localizada na baía de Guanabara, a
Ilha das Enxadas tem como pontos mais
próximos do continente o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e o Píer da Praça Mauá. A ilha foi adquirida, pela Marinha, em 1869. Em 1760 já havia sido iniciada a construção do 1° prédio – O Colonial -. Ao longo dos anos, a ilha sofreu diversas modernizações em suas instalações e prédios, a fim de melhor receber seus alunos nos diversos cursos que são ministrados.

Wednesday, April 12, 2006


Continuemos a viagem.
Conheçamos um pouco da Força de Minagem e Varredura da Marinha do Brasil.

Força de Minagem e Varredura

A Força de Minagem e Varredura é o componente operativo da Marinha do Brasil responsável pelas operações de contramedidas de minagem, destinadas a manter livres, da ameaça de minas, as linhas do tráfego marítimo ao longo do nosso litoral, as áreas marítimas adjacentes aos portos, terminais e plataforma nacionais; bem como, as possíveis áreas de operações de nossas Forças Navais. Está sediada na Base Naval de Aratu, complexo militar-naval localizado em Salvador-BA, que lhe provê apoio logístico, entre outras atribuições.
Pela especialidade requerida pelo setor de Guerra de Minas, o Comando da Força de Minagem e Varredura realiza, além das atividades inerentes a um Comando de Força, cursos expeditos específicos para os oficiais e praças dos navios-varredores.
Além da realização de operações de contramedidas de minagem (CMM) nos principais portos do país, realizados rotineiramente, a Força de Minagem e Varredura tem operado com marinhas amigas neste tipo de exercício, com o propósito de incrementar o adestramento em operações conjuntas e visando estreitar os laços de amizade entre as marinhas. Realiza, também, exercícios intra e internavios e patrulhamento do nosso mar territorial, durante as travessias, e exercícios de tiro real de superfície contra alvos à deriva, de modo a elevar o grau de prontidão operativa das suas unidades subordinadas e contribuir para a proteção do mar territorial brasileiro, além de realizar missões de salvamento nas proximidades de portos. A realização destas operações, visam ainda, aumentar o grau de aprestamento das comunicações marítimas de interesse brasileiro que constituem, dentre outras, Tarefas da Marinha do Brasil.

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Criada pelo Aviso Ministerial no 0818 de 12 de maio de 1961, a Força de Minagem e Varredura, inicialmente, era subordinada ao Primeiro Distrito Naval e contava com os navios-varredores JAVARÍ e JUTAÍ, recém recebidos da Marinha americana. Em 1963, contando, também, com os navios-varredores JURUÁ e JURUENA e com os navios-patrulha PIRANHA, PIRAQUÊ e PIRAPIÁ, passou à subordinação da Esquadra.
Em 1967, passou a chamar-se Esquadrão de Minagem e Varredura. Quatro anos depois, em 1971, os navios-patrulha foram transferidos para o Grupamento Naval do Sul e o Esquadrão, então restrito aos quatro navios-varredores, foi transferido para a Bahia, ficando sediado na Base Naval de Aratu.

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https://www.mar.mil.br/com2dn/

O Navio-Varredor JUTAÍ, M12, na foto, é irmão do Navio-Varredor JURUENA, M14, onde servi, de AGO 1966 a MAR 1968.

A nossa viagem prossegue. Em outros tempos, os Navios se deslocavam por ação do vento.
A Marinha do Brasil possui um Navio-Veleiro, o U-20 NAVIO-VELEIRO Cisne Branco.
O U-20 realiza viagens para, entre outras tarefas, mostrar nossa Bandeira em portos nacionais e estrangeiros.

U-20 NAVIO-VELEIRO CISNE BRANCO

CARACTERÍSTICAS:


Deslocamento (toneladas): 1.038 ton
Dimensões (metros): 76 m (249 pés) de comprimento, 10,5 m de boca e 4,80 m de calado.
Velocidade máxima: à vela de 11,0 nós e a motor 17,5 nós.
Raio de Ação (milhas): 1.250 milhas
Tripulação: 51 homens, sendo 10 oficiais, mais 31 tripulantes em treinamento.
Armamento: 2 Canhões de Salva 47 mm.

https://www.mar.mil.br/menu_h/navios/veleiro/veleiro_cisnebranco.htm

Tuesday, April 11, 2006

Continuando nossa viagem, Marinheiro Eu Sou, conheçamos um pouco do IMORTAL, o C12, o Cruzador Ligeiro TAMANDARÉ !

Do site http://www.regobarros.eng.br/tamandare/index2.htm :

BEM-VINDO A BORDO !

Joaquim Marques Lisboa, Almirante e Marquês de Tamandaré, com sua impar personalidade foi homenageado pela Marinha do Brasil, ao ter seu nome escolhido para o ex-"Saint Louis", Cruzador Ligeiro da Marinha dos Estados Unidos, adquirido pelo Brasil em 1952. O Cruzador Tamandaré prestou relevantes serviços até 1975, formando tripulações, consolidando doutrinas e procedimentos, mostrando nossa Bandeira, dignificando, em reciprocidade, o seu patrono.

CARACTERÍSTICAS

Deslocamento: 10.000 t; 12.900 t(máx)
Comprimento Total: 185,42 m
Comprimento entre perpendiculares: 182,88 m
Boca extrema(por fora da couraça): 18,79 m
Pontal moldado: 12,82 m
Calado médio: 7,30 m
Raio de ação: 14.500 a 15.000 milhas
Velocidade máxima: 32,5 nós
Cavernas: 150
Conveses: 3
Couraça:
3 pol na plataforma e terceiro convés;1 1/2 pol no costado a meio navio;e3 a 5 pol nas torres
Mastros: 2
Guindastes: 1
Hangar: 1
Propulsão:
4 unidades,compostas,cada uma, de duas turbinas a vapor Philadelphia Navy Yard sendo uma de alta pressão e outra de baixa pressão de 100.000 HP de potência total e 28.000 HP, em marcha à ré,distribuidas em duas praças,por quatro grupos,dois à vante e dois à ré,conectadas por engrenagens redutoras Falk Corporation a quatro eixos.
Hélices: de três pás de bronze manganês
Vapor:
produzido por oito caldeiras Babcock & Wilcox, distribuídas em duas praças, sendo todas do tipo expresso, produzindo vapor saturado(para manobra) e superaquecido(para viagem), pressão de regime de 565 psi e temperatura de vapor superaquecido de 700 gráus.
Óleo combustível: 2.100 ton
Leme: comando elétrico hidraúlico, manobrado do passadiço e por rodas disponíveis no compartimento do leme.
Armamento:
15 canhões de 152 mm, 47 calibres, semi-automáticos,telecomandados, montados em cinco torres tríplices no sentido axial, três à vante e duas à ré;8 canhões de 127 mm, 38 calibres, semi-automáticos,duplo emprego, montados em quatro torretas e em seis reparos duplos,distribuidos em igual quantidade, de cada bordo;28 canhões de 40 mm, 56 calibres, automáticos, montados em quatro reparos quadruplos,dois a boreste e dois a bombordo;8 metralhadoras automáticas Oerlinkom de 20mm, 72 calibres,montadas em reparos singelos, quatro por bordo, seis à vante e dois à ré;2 canhões de salva de 3 lb.
Direção de tiro:
1 estação previsora;2 direções de tiro, uma à vante e outra à ré;2 alças diretoras MK34;14 alçasdiretoras MK51;21 alças diretoras MK14;4 designadores de alvo; e2 estações de defesa anti-aérea
Energia elétrica:
2 turbo-compressores e 2 diesel alternados,corrente trifásica, 450 volts, sendo um deles de 700 Kw, e o outro diesel e dois alternadores de 500 Kw.
Água potável:
2 grupos destilatórios principais Philadelphia Navy Yard, Griscon-Russel Co., de baixa pressão, com capacidade total de 40.000 galões/dia; e1 grupo destilatório de emergência de baixa pressão,tipo Soloshell, Griscon-Russel Co., com capacidade total de 8.000 galões/dia.
Sistema de refrigeração:
2 compressores situados no compartimento da frigorífica;4 sistemas de ar condicionado que ventilavam:compartimento da máquina do leme,centro de informações de combate, previsora,enfermaria,gabinete dentário e sala de cirurgia.
Centros de Informações de Combate(CIC)
Principal:
1 radar SG para busca de superficie;1 radar SK para busca aérea;1 repetidora projetada VJ;1 traçador de derrota
Auxiliar:
1 radar SG1 traçador de derrota.
Outros Equipamentos:
8 repetidoras VC instaladas em diversas estações a bordo;radares de identificação;1 estação de medidas anti-radar,contendo 1 transmissor de bloqueio e 1 conjunto de interpretação radar;radiogoniômetros;loran;ecosondador;9 transmissores;31 receptores;2 amplificadores para megafones;3 adaptadores panorâmicos;e2 frequencímetros
Comunicações Visuais:
6 bolsas de sinais;2 holofotes de 24 pol;e6 holofotes de 12 pol.
Embarcações Miudas:
2 lanchas;2 baleeiras a motor;25 balsas;e28 redes flutuantes.
Tripulação:
58 oficiais;35 suboficiais;168 sargentos;e 809 marinheiros.


Visitem o site do IMORTAL C12 http://www.regobarros.eng.br/tamandare/index2.htm e embarquem nesse Fantástico Navio !
O TAMANDARÉ VIVE NA LEMBRANÇA DE SEUS TRIPULANTES, Marinheiro Eu Sou, do IMORTAL fui tripulante !

Da Ilha das Cobras, inserção anterior, lembremos os Combatentes Anfíbios do Brasil, nossos Fuzileiros Navais, tão queridos pelo povo e tão competentes em sua nobre Missão.
Por isso, lembre-se, " Quando a situação ficar fora de controle, CHAME OS FUZILEIROS !
Eles responderão, imediatamente, " ADSUMUS " " CÁ ESTAMOS ! "

Continuo a estudar a operação do BLOG http://marinheiroeusou.blogspot.com/
Aprendi como criar e anexar imagens.
Vou apresentar nova nova imagem.
É a Ilha das Cobras, Rio de Janeiro, onde se situa, entre outros, o Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais " ADSUMUS", o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e o Hospital Central da Marinha.
A imagem, acima do texto, ficou melhor que a anterior.

Agora descobri a operação de postar no Blog.
Visita-se www.blogger.com
e inicia-se a criação.
Vou ora anexar uma imagem, Ilha Fiscal/RJ/RJ, que tenho no computador. Ao fundo aparece uma Fragata da MB.

Aprendi a inserir posts e a anexar arquivos.
Vamos ver se ficou satisfatório.

Monday, April 10, 2006

Estou testando o BLOG " Marinheiro Eu Sou! ".

MARINHEIRO EU SOU !