Friday, May 05, 2006



Marinheiro Eu Sou continuando a viagem pelo tempo, na internet

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As Características do Bonde

ParticularidadesOpção: Versão nova
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Extensão de Linhas
O Bonde nos Alpes
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Linhas Curtas, Longas e Médias. Exemplo: Duas linhas do
Rio de Janeiro

Ao lado ( a 1a Foto acima nesse blog ): Carro da linha Bocca do Matto - Meyer, conhecida como "O Bonde Bocca do Matto" (veja melhor), conduzido pelo motorneiro Joaquim Gaspar da Costa (fotografia da Família Ferreira-Gaspar-Costa-de Lucca-Silva). Veículo aberto de pequeno porte (dez bancos), truque único (quatro rodas), coletor tipo "alavanca em arco" e, como todos os bondes cariocas da época (esta fotografia foi tirada, provavelmente, por volta dos anos 30 ou 40 do século XX), ainda sem as "vidraças", nome dado aos pára-brisas dos bondes, que foram colocados mais tarde. Com o aumento do número de usuários, a linha "Boca do Mato" passou, ultimamente, a usar carros de tamanho médio, com dois truques (oito rodas).
Segundo o Pesquisador Wilson Soares (Rio - RJ) - ex-morador da Rua Maranhão e usuário assíduo desta linha - , o trajeto Bocca do Matto - Meyer foi criado em 1886, para tração animal, tendo sido eletrificado mais tarde, já no século XX. O " Boca do Mato" é um dos muitos exemplos de linhas curtas, muito comuns no serviço de bondes da cidade do Rio de Janeiro. Poderiam ser chamadas de "linhas de ligação", pois ligavam as regiões mais adentradas aos centros dos bairros, levando o morador das reentrâncias às linhas mais longas, que passavam pelas ruas principais dos bairros, além de conduzir as donas de casa às compras, os estudantes às escolas, e os "profissionais liberais" e comerciantes da região a seus consultórios, escritórios e estabelecimentos.

A segunda foto, (abaixo da anterior), mostra um Carro-Motor com Reboque, da linha Piedade - Largo de São Francisco, conhecida como "O Bonde Piedade" (fotografia extraída de uma edição histórica do jornal O GLOBO; pode ser vista, também, no site cultural da Light). Observe, na figura plena o porte dos carros motor e reboque, de comprimento idêntico (carros grandes de dois truques), e o coletor de energia (chamado "alavanca") do tipo "arco" adotado definitivamente em todos os bondes do Rio de Janeiro, exceto nos de Santa Teresa, onde foi mantido o gênero trolley (ou "lança").
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Viajei muito de Bonde. Transporte seguro e com razoável conforto. O da Linha 79 - Licinio Cardoso a Madureira foi a linha que mais usei. Passavam também no bairro do Jacaré, onde residia, os Bondes 78 - Cascadura ao Largo de São Francisco e o 81 - Triagem ao Bairro do Meier.
Em 1960, pela necessidade de mais rapidez, os Bondes desapareceram sendo substituidos pelos ônibus, taxis e autos particulares.
Bons tempos aqueles...

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