Friday, May 12, 2006




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Originalmente publicado pelo autor em 28/1/1992 no caderno semanal Marinha Mercante do jornal O Estado de São Paulo Última modificação em (mês/dia/ano/horário): 07/03/01 22:03:34


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História do porto de Santos 1
No tempo dos trapiches


Carlos Pimentel Mendes Editor


"Tristes tempos aqueles! De velhos pardieiros erigidos em trapiches alfandegados, tortuosas e alquebradas pontes de construção pré-histórica serpenteavam pelo lodaçal até penetrarem algumas braças nas águas turvas da baía. Sob o tremendo bochorno dos dias estivais, a pele suarenta e escaldante, enxameavam por eles turmas de homens brancos, que a sedução de um El Dorado para tantos enganoso atraíra de além-mar, de envolta com os negros filhos da raça escravizada da África, arquejando todos ao peso de carga de que iam aliviando o bojo dos navios e atestando os trapiches. Os barcos, cuja atracação se apresentava problemática por muito tempo ainda, descarregavam mesmo ao largo, sobre pontões – sorte de velhos cascos aposentados, onde as mercadorias, a troco de grossa armazenagem, jaziam até o dia em que o fisco, cobrando-se das respectivas taxas, permitia seu livre ingresso no território nacional”.
Como esse, outros velhos textos da imprensa santista registraram o contrabando fácil, a má fama do porto de Santos em fins do século passado, os mosquitos, o mau cheiro, a febre amarela e outras doenças facilmente contraídas, e que matavam inúmeras pessoas a cada dia.

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