Wednesday, June 07, 2006



Marinheiro Eu Sou navegando em POLESTRARE, www.polestrare.com.br

Perplexidade total?


[2+2+(x+y+z+w) = 1000]


Todos os brasileiros que prezam o caráter, a honra, a educação, a cultura e a probidade devem estar perplexos com a hipótese cada vez mais provável da reeleição de Lulla. Dois mais dois, novamente, não estão somando quatro, como parece ter-se tornado rotina no dia a dia deste país. Mas, dois mais dois sempre serão quatro. A aparente falsidade do resultado desta simples conta se deve ao fato de existirem outras parcelas nesta soma, parcelas estas apenas visualizadas pelos que acompanham o desenrolar da estratégia dos poderosos para o terceiro mundo. Daí, o resultado diferente do que seria de se esperar. Examinemos estas parcelas.
Conforme este site já havia alertado, em meados de 2005, no
artigo: "Maisquatroanos" nada há de extraordinário na catastrófica possibilidade da reeleição. Entre outras razões que justificam este cenário pode-se mencionar o fato de que nossa política jamais esteve tão pobre de líderes que façam jus ao significado da palavra como agora. Alguns deles chegam ao ridículo em suas desesperadas tentativas de galgarem maior projeção política. Outros apelam para quaisquer ilícitos que os possam auxiliar neste mister. Tal lacuna pouco nos deixa em termos de novas opções.
Além disso, os setores da sociedade que se mobilizavam – Estudantes, OAB, Sindicatos e Igreja – para enfraquecerem governos não alinhados com as idéias marxistas mesmo sem razões plausíveis, na verdade, agiam estimulados pela influencia, “know-how” e auxílio pecuniário de países comunistas como Cuba, Albânia, URSS e China interessados em expandirem o mapa da chamada “cortina de ferro”. A lavagem cerebral levada a efeito pelos marxistas em nossas universidades e em outros setores da nação, durante décadas, fez com que fossem moldadas algumas gerações de cabeças pensantes sob a ótica retrógrada e atéia das esquerdas.
Com o choque de realidade sofrido no século passado pelas utopias comunistas, esses setores atuantes ficaram, subitamente, órfãos de ideologia e de motivações. Como se pode dizer que faz parte do caráter nacional a atitude, de “não passar recibo”, os terroristas, ontem derrotados em suas pretensões de submeterem a soberania brasileira ao comandamento do “politburo” e hoje no poder, adotaram como novas bandeiras o revanchismo político, o fisiologismo e a perpetuação no comandamento do país.
A reeleição de Lulla é também muito ajudada pela atitude entreguista de Fernando Henrique Cardoso, vice-presidente da ONG - Diálogo Interamericano, cuja lembrança muito contribui para enfraquecer as chances de qualquer candidatura que a ele possa estar conectada. Essa ONG tem contribuído para frear nosso desenvolvimento via agenda específica a qual estimula linhas de ação que favoreçam juros altos, (adotados como substitutos da inflação), a impotência das Forças Armadas, as privatizações do que não deveria ser privatizado, o isolamento de vastas áreas do território nacional sob quaisquer pretextos e as idéias de esquerda, no intuito de reduzir a velocidade de nosso crescimento
econômico (ver "A Estratégia da Divisão). É claro que o sucesso desta agenda depende da existência, em nosso país, de políticos atrelados aos interesses defendidos por aquela organização motivados sabe-se lá por que razões. Como no Brasil não existem partidos políticos dignos deste nome, mas sim nomes de políticos que representam interesses econômicos, (que, normalmente, são desconhecidos da maioria), isto não é problema .
A falta de novas lideranças também contribui para atenuar os caminhos da alternância no poder, sempre sendo de se esperar que vença o nome que mais interesse às forças predominantes (ocultas, no dizer de Jânio Quadros). Ora, no momento, somente o nome de Lulla pode satisfazer, simultaneamente, a banqueiros e à massa ignara (como ele). Qualquer outro nome descontentaria um desses grupos, ou mesmo ambos.
A Igreja Católica Apostólica Romana acostumou-se a apoiar incondicionalmente a esquerda, mesmo ao preço do desvirtuamento de seus fundamentos, levada pela embriaguez da ingestão do coquetel que misturou ateísmo marxista e ensinamentos cristãos. Hoje, ao constatar o real intuito do PT, tenta timidamente se reabilitar, mas encontra o obstáculo de ter que enfrentar o populismo do governo, recurso do qual também se valem as Igrejas concorrentes na disputa de novos adeptos. Assim, oscila entre a condenação do marxismo e o medo da perda de fieis.
Os estudantes sempre tiveram seus arroubos de juventude explorados pela ação do movimento comunista internacional. Por isso, e somente por isso, atuavam politicamente. Quando as esquerdas tomaram o poder, deixaram hibernar a insuflação desses arroubos até futuros possíveis invernos, já que nunca se sabe... Desse modo, os estudantes se calarão até que se torne necessário defender os interesses da esquerda nas ruas outra vez. Eles são apenas os imaturos fantoches da dupla moral marxista.
Os sindicatos se dividiram e muitos de seus líderes máximos fazem parte do governo do PT, não havendo, pois, interesse em criticar quaisquer atos oficiais, mesmo os ilícitos. Além disso, as elevadas taxas de desemprego e o fraco crescimento econômico contribuem para calar a voz dos empregados temerosos da perda de seus empregos, já que existe um fila de candidatos tentando preencher quaisquer postos de trabalho, mesmo que com salários inferiores. Até o presidente Lulla citou o fato, rememorando sua gênese baseada no comandamento de greves ao tempo dos governos militares; tempos de progresso impar em que se havia alcançado o pleno emprego e as greves eram possíveis e freqüentes.
A OAB, por sua vez, desempenhava o papel de defensora legal das vozes levantadas pelos movimentos estudantis, sindicais e pela Igreja, vozes que se calaram. As atitudes espúrias originadas por essa entidade não encontram eco na própria justiça dominada pela situação. Vergonhosos hábeas corpus garantem que a verdade não apareça. Nunca antes a Justiça anteviu tanto.
Por outro lado, o governo financia com alguns bilhões de reais e apóia com a certeza da impunidade diversos grupos de mercenários disfarçados de “justiceiros sociais” - MST e congêneres. O governo considera as FARC e seus narcoterroristas como aliados políticos em “luta pelos anseios populares”. Nada de anormal nisto, já que o governo acolheu, praticamente, a todos os ex–terroristas que, em passado recente, estavam à margem da lei, (para não lhes imputar adjetivos mais realistas). O próprio ministro da injustiça, por exemplo, advogou a favor de conhecidos criminosos. Por sua ação, o governo conseguiu “interpretar” a Lei da Anistia, premiando diversos marginais, assassinos, ladrões etc. com indenizações milionárias por seu comportamento delituoso, comprovando ter, no mínimo, “simpatia” por tais tipos de atitude. O governo negociou, como tem denunciado a mídia, em diversas ocasiões, indiretamente, com diversos chefes dos “Estados Favelados”, o que significará o provável apoio deste cada vez mais numeroso segmento da sociedade à reeleição. O próprio marketeiro do presidente foi preso em flagrante por crime, tendo sido transferidos os policiais que efetuaram a prisão. Uma multidão de “indiciados” ou “suspeitos” o cerca. Assim, podemos concluir que Lulla também deve ser o candidato dos criminosos.
Não podemos esquecer que Dirceu nomeou cerca de quarenta mil funcionários que ocupam os mais diversos escalões e cargos do governo petista, dos quais dependem inúmeras decisões burocráticas. Também não podemos esquecer que, num país sem cultura, a democracia valida a irracionalidade populista, fazendo vigorar uma perversa inversão de valores. Os maus exemplos que vem de cima tendem a justificar a corrupção, estendendo seus malefícios até as camadas mais populares que já consideram como coisa normal os atos marginais à lei, estimulados pela constatação de que não há punições para tais crimes.
Por isso, mesmo sem considerar a iminência da copa do mundo que atenuará ainda mais o pensamento político popular (quase inexistente no Brasil) não há duvida que Lulla será reeleito. Aliás, isto pode ser deduzido, simplesmente, observando-se a decisão de Aécio Neves e de José Serra em não se candidatarem.
Em suma - votarão em Lulla:
Os miseráveis eternizados na pobreza pelas suas migalhas,
As elites que se locupletam com a inanição governamental,
Os que vivem de renda,
Os que se denominam "sem algo",
Os que sabem que: onde há caos, há lucro...
Os banqueiros,
Os amigos do Marco Valério, Delúbio, Waldomiro etc.
Os intelectuais de esquerda que não dão o braço a torcer,
Os criminosos,
Os comunistas, marxistas, maoístas, trotkistas, (acrescente você mesmo outras insanidades),
Os revanchistas, que nunca tiveram pátria mesmo,
Os que são bairristas no Nordeste,
Os religiosos que acreditam que Frei Beto é religioso,
Os de alguma forma relacionados aos 40.000 cargos nomeados pelo PT,
Os que de algum modo lucraram ou intentam se beneficiar das irregularidades na interpretação da Lei da Anistia,
Os que crêem no “racismo brasileiro”,
Os que defendem os “direitos humanos dos criminosos”,
Os que se beneficiaram do mensalão,
Os que exploram jogos de azar,
Os adeptos de rinhas de galos,
Todos os que ganharam cartões de crédito corporativos,
Os amigos do filho do Lulla,
Os que não concluíram o curso primário,
E, principalmente, os que acham que ele não sabia...
Finalmente, quando recordamos a Lei 9478/97, de FH, que criou as vergonhosas licitações de petróleo, as quais nos obrigarão, em futuro próximo, a adquirirmos o nosso próprio petróleo a preços astronômicos; a venda a preço simbólico de ações da Petrobrás, fazendo com que cerca de sessenta por cento delas estejam em mãos estrangeiras; ao assistirmos o governo Lulla apoiar tais suicídios econômicos e a tantos outros atos de entreguismo; de atentados à soberania nacional e de impotência ante a soberania dos “Estados Favelados” compreendemos que está tudo dominado mesmo.
Resta-nos imaginar qual artifício será utilizado em 2010 para assegurar a continuidade de tão conveniente mandato... Até lá, tudo indica que continuaremos assistindo outros capítulos da comprida novela da dilapidação do patrimônio nacional, da impunidade de criminosos e da inversão dos nossos mais resguardados valores.

Carlos Hernán Tercero

Visite www.polestrare.com.br

0 Comments:

Post a Comment

<< Home